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Momento de final de ano, em que as festas, de Natal e Ano Novo são o foco do consumo, da reunião familiar e das viagens, pois o período traz folgas e férias para uma parte da população.


Contudo, diante da retomada da vida pós pandemia, será que estes princípios, continuam na pauta do nível de importância das pessoas? Diferente de um ano atrás, agora, poderemos nos reunir, estar com as pessoas, sair às compras, viajar. Enfim, praticamente retomar a vida ?como era antes?, entretanto, é possível que se mantenha tudo do mesmo jeito, diante de uma situação crítica de abalo que nos acometeu desde Março de 2020?


A pandemia modificou várias situações já estabelecidas e habituadas na vida das pessoas. Tal mudança mexeu muito com algumas, pois a maioria não sabia como se portar estando em casa junto com os familiares todos os dias. Estar, permanecer em casa, colocou pai, mãe, filhos e animais de estimação em uma proximidade jamais vivenciada anteriormente. Esta situação desnudou relações, mostrou o desconhecimento que os familiares tem com relação aos seus pares mais próximos e evidenciou algo que era constante nas relações cotidianas, principalmente, diante da família. 



Isto, poderia trazer a reflexão e possíveis mudanças nas relações. Tais reflexões aconteceram? Estão sucedendo?

Questões surgem: ?Como ajudar meu filho, minha filha a superar as dificuldades e defasagens escolares? Como minimizar e elaborar o luto de milhões de pessoas? Como estabelecer a comunicação diária com os filhos, as filhas, cônjuges e animais domésticos, fora do grupo de whatsapp??.


A tecnologia 5G está batendo à nossa porta e, caso não saibamos utilizá-la como ferramenta de aproximação e benefícios, ela pode distanciar as pessoas na mesma velocidade.


Caso alguém se identifique em situações semelhantes, a ajuda profissional pode ser um suporte para estes, e outros dilemas que a avalanche pandêmica nos deixou como legado.